Os gastos sigilosos do governo, No gabinete de Dilma, 98% do que é comprado está sob sigilo

 

O governo vem dificultando, nos últimos anos, a transparência e a fiscalização de seus gastos. As despesas sigilosas realizadas com cartões corporativos desde 2007, quando começou o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, eram de 20,9% do total. Na gestão de Dilma Rousseff o percentual do sigilo do governo mais que dobrou, superando a marca dos 50% de tudo o que é gasto anualmente por todos os ministérios.

 

Na rubrica de confidenciais estão os serviços pagos pela Agência Brasileira de Inteligência, pela Polícia Federal e, principalmente, pelo gabinete pessoal da Presidência da República, que decretou sigilo em mais de 98% das compras realizadas.  

A prerrogativa de manter em segredo informações do Poder Público é exclusiva para casos em que a publicidade dos dados coloque em risco a segurança nacional.

 

Desde que assumiu o poder, praticamente todas as despesas com diárias, compras de mantimentos, roupas e locomoção realizadas para Dilma Rousseff estão protegidas. No primeiro bimestre deste ano, os registros de gastos não divulgados com cartões corporativos do seu gabinete aumentaram  33% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a despesa geral de todo o governo subiu apenas 4,5%, um percentual compatível com a inflação do período.




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