Cenas fortíssimas: presos são decepados em penitenciária de São Luís

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De acordo com a Superintendência Geral de Administração Penitenciária, o motim foi causado em decorrência da rivalidade entre integrantes de uma mesma facção, e deixou três decapitados e outro esfaqueado.

Uma briga entre integrantes de uma mesma facção crimonosa deixou quatro mortos – três decapitados – e cinco feridos no Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, na manhã de terça-feira (17), segundo informações da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão(Sejap).

De acordo com a secretaria, o confronto teria começado no início da manhã com uma disputa entre os presos pela liderança de uma facção criminosa atuante na capital maranhense. Segundo o secretário Sebastião Uchôa, os detentos teriam usado facas artesanais para assassinar os rivais.

Os mortos já foram identificados. São eles: Manoel Laércio Santos Ribeiro, pai de Gilson Cley Pinheiro Silva, que também foi morto no confronto. Também foram assassinado Irismar Pereira e Diego Micael.

O confronto foi contido pelo Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop) com apoio de homens da Força Nacional. Equipes do Instituto de Criminalística (Icrim) e do Instituto Médico Legal (IML) estão no local. A investigação sobre o confronto foi encaminhada à Delegacia de Homicídios de São Luís.

As celas da unidade agora passam por revista geral. O CDP de Pedrinhas tem capacidade para 392 presos, mas abriga, atualmente, 738 detentos, segundo a 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís.

Por volta de 10h35, a Sejap encaminhou nota à imprensa esclarecendo o ocorrido. 

Leia a íntegra da nota abaixo:

A Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informa que uma briga entre membros da mesma facção dentro do bloco Gama, do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pedrinhas, resultou, na manhã de terça-feira (17), na morte de quatro presos, sendo três decapitados e um esfaqueado.

O motim foi contido por homens do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), com apoio da Força Nacional. A situação foi devidamente controlada e o estabelecimento passa por uma revista completa.

A Sejap informa, ainda, que os crimes estão sendo investigados pela Delegacia de Homicídios. De acordo com as primeiras informações, a rivalidade entre os membros do grupo motivou o confronto na unidade prisional.

Último confronto

O último confronto envolvendo facções criminosas em Pedrinhas deixou pelo menos 9 mortos e 20 feridos no mês de outubro. Foi o mais grave registro, este ano, de mortes dentro da penitenciária.

Na ocasião, o Serviço de Inteligência e Grupo de Escolta e Operações Penitenciárias (Geop) descobriram um túnel que daria fuga a 60 presos da Casa de Detenção (Cadet), onde ficam os integrantes de uma das facções da capital. Os detentos resistiram à revista nas celas e iniciaram tumulto. A Geop recuou e pediu apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

O Choque entrou no presídio e disse ter encontrado celas abertas, cadeados quebrados e dois presos com armas de fogo. Os detentos já tinham invadido o pavilhão onde ficam os rivais e iniciado confronto generalizado.

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Fonte: Gnotícias




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